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Suave Lavandarias

2012

Porto, Portugal

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ConcluídoConcluded

Desde o exterior do espaço comercial se apercebe a unificação interior de funções, usos e sequencias operacionais. A profusão de elementos verticais de parede e horizontais de pavimento e tecto colmatam a intenção de recobrimento total dos materiais existentes na busca de redução de custos financeiros, não só pela negação do acto de demolição com pela racionalização económica da construção. Num acto contínuo é limitada a zona de contacto humano e direccionado o consumidor para uma simetria do vão central, alinhado com o centro interior do espaço e aberta a entrada visual do cliente ás zonas interiores. A visão do interior é total e a montra é completamente acessível. O limite é imposto fisicamente, mas não existe noção de barreira, apesar de efectivamente existir e definir a fronteira entre o interior e o exterior. A entrada é um pórtico aberto, um portão que define um entrada sem a permitir ao elemento humano externo á operação.
From the exterior, the space realizes the unification of inner functions, uses and operational sequences. The profusion of vertical wall, horizontal floor and ceiling merge the intention of covering all of the existing materials in the quest to reduce financial costs, enhanced by the denial of the act of demolition assuming the rationalization of an economic minded construction. The are for human contact is limited and the targeted consumer is placed towards a central symmetry, aligned with the center of the interior open space and the visual input made for the understanding of the interior work zones. The view from inside is full and the storefront is fully accessible. The limit is imposed physically, but there is no concept of barrier, although actually there is a defined boundary between the interior and exterior. The entrance is an open gate defining an entry, without a permit the foreign human element external to the operation.