Sérgio Magalhães

A #marca que marca

Posted on 15/04/2014

A marca STUDIUM nasce do conceito da mão enquanto SER criador de identidades. Esta premissa permite olhar para a marca como eterna, infinita, mutável e adaptável.

20131205-181119.jpg

A distorção, o desenho ou a moldagem que a mão permite, transforma-a, a ela própria no símbolo que procuramos – a humanização concreta da criação acompanhada.

O STUDIUM representa-se como identidade através de todos os volumes, posições, ossos, tendões, tenções e forças exercidas pela mão. Posições iniciais que originam uma abordagem gráfica evidente, literal e pura que elimina qualquer dúvida sobre o que é a “máquina das máquinas” quais as suas capacidades e características.

Mão – membro do corpo humano, base da identidade – a marca que deixa marcas. A mão capaz de exercer e provocar efeito único, um efeito visível, mais ou menos expressivo e duradouro. Qualquer suporte pode ser sujeito a esta máquina – o papel, o corpo, a matéria.

Conceptualmente o STUDIUM suporta-se de uma racionalidade de transversal ao processo de criação e culmina num resultado visual que assume a mão como símbolo icónico e imagem concreta.

A transposição de actividade e intenção acontece quando ela é capaz de simbolizar algo que é percebido como símbolo universal, interpretado e compreendido da forma racional, lógica e indúbia. Uma percepção que atravessa tempo, espaço e pessoas.