A máquina das máquinas apresenta-se de uma forma perfeita na sua génese de criação: a simplicidade, tenacidade e crueza com que gera resultados e respostas torna-se em tudo tão normal, natural e igual ao acto associado ao nascimento de um novo ser.

A fórmula simples, científica, real e genérica. A redução suprema do significado na perfeição do óbvio. O literal igual a nós de uma forma individual e global exactamente ao mesmo tempo.
O factor genérico deixa de o ser quando à base se acrescenta significado, sentido, acção e lógica – assim como acontece com o animal e o humano. Perde o irracional, o imaturo e ganha a pessoa, a santidade do membro agora único mas infinitamente adptável. Eterno. A identidade transforma-se finalmente em entidade.
A fórmula das fórmulas é o elo intrinsecamente ligado à máquina das máquinas e materializa a infinidade de identidades passíveis de criação.